quinta-feira, 13 de agosto de 2015

34] CENÁRIO SP - PAULISTAS

Arquivo pessoal
Um em cima do outro, andar sobre andar,

andar em ziguezague, em linha reta, em passos cruzados

cruzamentos em "X", com "Y" possibilidades

em uma Estado que oferece de tudo
e nada, nada pode deter seu ritmo

Ritmicamente, por aqui os rituais são de infinitas chances

mexidas pela madrugada, frenéticas,
(quadris, boca)

em janelas,
em sacadas, montados, 
espalhados pelo vasto interior,
encarapitados

em caminhos que chegam longe com
britadeiras, retroescavadeiras,
barcos, andanças pelo Brasil,
pelo mundo

mãos com calos
uniformes suados
barbas por fazer... 3 dias ou mais...

o café das 3h da manhã
sem açúcar, com afeto,
o café das 17h, forte, denso,
desanuvia e faz viver

pela manhã, os milhões acordam
fazem o país andar em frente,

paulista é assim:
trabalho e mais trabalho
diversão pelos campos, várzeas, centros de compras,

do Mandaqui a Moema; 
das barrancas do Paranapanema,
ao canto do rio Piracicaba,

do Planalto quente do Rio Grande, às geadas da Mantiqueira
a 2 mil metros, no litoral de mata Atlântica

paulistas andam, correm, riem, sexuais que são,
cor de escritório, de praia, do Tietê que corta o território,
sulcando a terra, desbravando

cor de São Paulo, branco, vermelho e preto;
aqui, as 13 listras da bandeira foram de sorte.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

MAIS VENDIDOS JULHO 2015

Arquivo pessoal

Mais vendidos em julho e no acumulado do ano.
                                        jul            jan-jul
1 Palio 11.312 74.068 Fiat
2 Onix 10.726 66.515 GM
3 HB20 9.462 60.811 Hyundai
4 Ka 9.281 55.268 Ford
5 Strada 8.959 63.469 Fiat
6 Fox¹ 7.329 50.386 VW
7 Gol 7.234 52.133 VW
8 Sandero 6.861 45.243 Renault
9 Uno 6.162 49.939 Fiat
10 Corolla 6.148 38.082 Toyota
11 Prisma 5.873 40.332 GM
12 Saveiro 5.684 38.084 VW
13 Siena 5.200 37.172 Fiat
14 HB20S 5.028 31.523 Hyundai
15 HR-V 4.429 22.002 Honda
16 Ka Sedã 4.133 22.073 Ford
17 Renegade 4.028 10.239 Jeep
18 Up 4.011 31.840 VW
19 Fiesta 3.800 26.835 Ford
20 Civic 3.490 20.686 Honda
21 Etios H 3.287 20.749 Toyota
22 Duster 3.198 19.969 Renault
23 Voyage 3.185 26.822 VW
24 Hilux 3.149 19.760 Toyota
25 Ecosport 2.890 20.737 Ford
26 Fit 2.795 26.075 Honda
27 Montana 2.709 16.702 GM
28 Logan 2.648 19.658 Renault
29 Classic 2.539 20.674 GM
30 S10 2.476 21.499 GM

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

VIAGEM CCXLVI - RAZÃO CIVILIZADA

Reprodução [arquivo pessoal]
uma conversa inteligente, daquelas que só os civilizados têm
eu aprimorei com você
pela paz
pela paciência
pela calma

depois disto, você se mostrava com 
uma (boa) esperteza e um dinamismo
tudo é assim quando problemas me acontecem e 
me lembro de você, de voz mansa, quase rouca,
a me dizer que tudo vai dar certo

"não se desespere, não se preocupe antes"
ou ainda - e toda vez
"não se ponha tão nervoso por tão pouco"
o seu jeito de resolver as coisas
com tamanha placidez igual 

a você andando de pés desnudos em pleno inverno de SP
dizendo não sentir frio lá por baixo
e como se acomodava para ver TV 
(aquelas séries antigas... "Antigas sim, anos 90 acabaram já faz um tempo",
como você diz e ri)

se encostando em mim, roçando
pegando em mim
me beliscando pra chamar a atenção, me fazendo rir
e você mal sabia - ou na verdade, você sabia
que toda a minha atenção é dirigida a você

e eu nem penso em fazer assim, me comportar assim
por alguma razão civilizado ou ética
igual a lealdade de um cão:
(não sei a resposta de tal comportamento...)
ao seu lado eu sou assim, sem esforço

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

VIAGEM CCXLV - VEIO DO INTERIOR COM A JUGULAR

Arquivo pessoal

veio do interior, centenas de quilômetros de uma capital mais próxima e pensava como era, até chegar, a tal da cidade grande; porque a dele, segundo o censo, diminuíra entre 2000 e 2010, e contava, àquele ano, com menos de 15 mil habitantes - e fora ver o número exato: de 16.280 para 14.578;

que destes, boa parte, trabalha na grande e única indústria mineradora da cidade, multinacional, uma gigante do setor, extraindo há décadas a riqueza no solo e sub-solo e o povo mal tinha um hospital para se cuidar da dengue que fosse
doença aumentara 50% no último verão;

estação que dura 9 meses do ano, de calor intenso, com chuva em 6, secura em 3 e duas (quando muito três) semanas de frio de 15°C, quase sem chuva;
viera do interior havia uns 4 anos com a imaginação funcionando em conexões neuronais velocíssimas;

porque lá na cidade de menos de 15 mil que vinha caindo, conexões rápidas assim só os "caipiras" amigos que pulavam de uma altura de 10 metros em um braço do rio que formava um poço, que me fevereiro até abril ficava lotado até a boca;
e por falar em oca, saltava-lhe a veia jugular nestes mergulhos porque medo tinha todas às vezes, ainda mais com a cara cheia de pinga de alambique do tio de seu melhor amigo;

que morrera ano passado de cirrose hepática - era seu melhor amigo, com tantas experiências sinestésicas em comum que podiam dividir quase tudo - um sentia o que o outro ia sentir;

veio do interior, quase nas barrancas do rio que afluía em um maior que afluía me outro gigante caudaloso formador da bacia, de águas azuis que na estação seca puxava para o marrom parecendo mais denso - era só ilusão de óptica mesmo;

que sempre lembrava a ele a palavra bócio, comum em sua infância no quase pobre município, doença da tireoide que inchava o papo, principalmente na zona rural, com muitas pequenas vilas e sítios perdidos nas entranhas do cerrado longe da mata atlântica;

viera do interior com a jugular saltando, batendo e por isto, arrumou uma vida de intensa colaboração com tudo o que pudesse dar $ fácil... E fácil - porque era ansioso para - demorar a vencer, entendamos negócios metidos e fodidos pela política tupiniquim;

e venceu, e se apropriou, criou laranjas, extorquiu, superfaturou - venceu.

domingo, 2 de agosto de 2015

NÚMEROS DE PIRA E DE SP

Reprodução de própria autoria - Piracicaba
Em homenagem à minha querida cidade por conta de seu aniversário em 1º de agosto, quando completou 248 anos: Noiva da Colina - Piracicaba, fundada em 1767 pelo capitão Antônio Correa Barbosa.

População do município de Piracicaba desde o primeiro recenseamento feito lá no século XIX, em 1872, quando o Brasil ainda era o Império do Brasil (os dados de 1890 não estavam disponíveis - não sei o porquê...). Os números:

1872 -   15.743
1900 -   25.374
1920 -   67.732
1940 -   76.416
1950 -   87.835
1960 - 116.190
1970 - 152.505
1980 - 214.307
1991 - 283.833
2000 - 329.158
2010 - 364.571
2014 - 388.412*
*estimativa para 01/08 do IBGE

População do Estado de São Paulo no mesmo período:
1872 -      837.384
1900 -   2.269.608
1920 -   4.601.186
1940 -   7.180.716
1950 -   9.134.423
1960 - 12.978.163
1970 - 17.770.975
1980 - 25.042.074
1991 - 31.588.925
2000 - 37.032.403
2010 - 41.262.199
2014 - 44.035.304*
*estimativa para 01/08 do IBGE

sexta-feira, 31 de julho de 2015

VIAGEM CCXLIV - SEM/COM

Reprodução [endereço abaixo]
sem título

sem-fim

sempre

sensatez

sem vontade

sem vida

sem som

sem emprego

sem responsabilidade

com contas

sem amor

convívio

sem nada

sem tudo

sem cem

o que mais sem?

sem $

sem roupa

com as partes de fora

sem casa

sem sapato

a cem mil quilômetros daqui

sem falta

com certeza

sem trancos

com barrancos

http://wallmeta.com/psychedelic-wallpaper-picture-gallery/

sábado, 25 de julho de 2015

33] CENÁRIO SP - CARROS DA AVENIDA EUROPA

Reprodução [endereço abaixo]
Ferrari, Maserati, Lamborghini para citar apenas as marcas italianas; claro, há também Porsche, Mercedes, alemãs, e Rolls Royce, a inglesa com carros também muito caros. Passeando pela avenida no pequeno horário de almoço, eu vi você passar a caminho do restaurante "bem"  frequentado (não sei o que este advérbio significa quando falam assim) pelos donos de Ferrari, Maserati... Todos os outros. 

Gerente-geral você é agora, não sem antes ter entrado, de início, como assistente de compras, depois gerente de caixa e por fim a última promoção desde agosto passado. Pelo que eu ouvi falar, você ganha um salário com cinco dígitos - "uns 12 mil ele ganha" me contou a vendedora da loja de cosméticos de marca francesa. 

Bem, ela me contava muitas coisas e fazia outro tanto para mim... Um sexo dos melhores.

Mantivemos um caso de pura atração sexual, eu e ela, encontrando-nos no subsolo da loja onde trabalho nunca esquecendo de retirar os "entulhos" da foda e sempre molhando a mão do segurança para el fazer vista grossa ou mesmo atrasar seu almoço. Ela sabia que eu o subornava e aceitou desde o início.

A garagem era quase escura e apenas os carros dos donos

Certa vez, sob o capô do Mustang Shelby, vermelho anos 60 (claro!), transamos em meio a grunhidos animalescos com minha calça arriada e ela com o vestido subido até o peito. Lembro bem que esta foi uma das mais memoráveis. E começamos no sexo oral mútuo pelo chão mesmo - o 69 - nos amarrotando por completo. 

Já nos recompondo, o segurança começou assobiar - que era nosso código para se alguém descesse pelo elevador de funcionários. E funcionou porque deu tempo de nos escafedermos pela porta lateral que dava direto na escada. E ainda deu tempo, rapidamente, de limpar o gozo sob a lataria do "carrinho" italiano passando o lenço que sempre eu levava no bolso da calça social.

Voltando aos valores... Os monetários, não de carácter (rsrs). 
Eu, ao contrário, vendedor de uma loja de marca americana, com carros na faixa de uns R$ 150-200 mil reais ("apenas" duzentos mil...), devo ganhar a metade no lugar que trabalho. Não que seja importante, pelo não para mim, mas como você passa olhando do alto com o nariz empinado... Mal me olha. 

Tudo bem, um dia eu ainda pego você de jeito e te levo para passear no meu nacional 1.6, 2012, sedã, 4 portas com ar condicionado (ufa!). Quem sabe não fazemos também uma bagunça no banco detrás? Sem mesmo ter que precisar sair correndo, nem subornar ninguém e sem ainda se preocupar recolher o que quer que fosse. 

E atrás da avenida Europa, virando à esquerda na transversal, tem uma rua sem saída bem tranquila com casas em reforma. Vamos no meu carro até lá, comecinho da noite e gemeríamos arfando um para o outro. 

Nem mesmo passar o lenço precisaríamos para limpar nada. Só mesmo colar em seu corpo minha língua encarapitados um no outro no exíguo espaço do meu possante de 40 mil reais! 

http://screen-wallpapers.com/wallpapers/view/865

quinta-feira, 23 de julho de 2015

VIAGEM CCXLVIII - O CÃO QUE NÃO SUBIA MAIS AS ESCADAS

Reprodução [endereço abaixo]
Aconteceu aquilo que ele menos esperava, mesmo que seu cachorro já marcasse 13 anos no seu relógio biológico canino - e os grandes vivem menos, portanto, o dele já devia estar nas horas extras; ambos haviam passeado pela parque da Aclimação no finzinho de tarde, daquelas bem geladas como convém ao mês de julho em São Paulo. 
Faria 14 anos em agosto, o cão, é claro; ele já beirava os 45.

Recorda bem o dia que adotara o mestiço de boxer com vira-lata, em uma manhã invernal do mês do cachorro louco (só faltou ser sexta 13 e lua cheia - não era... Bem, quanto à fase lunar ele não se lembra). Rex completara apenas 25 dias até então, e o jeito como ganiu e a mistura de raças encantaram seu futuro tutor.
--- É este que eu levo para casa. E levo agora! Ele é muito lindo!

Meio que sem entender nada, Rex (fora batizado a caminho de casa) veio dormitando no banco de trás dentro da cesta forrada com um edredom já meio gasto. Claro que um xixi também aconteceu, o que o fez posicionar-se longe o máximo que conseguiu dentro da cesta. E voltou a fechar os olhos.

Hoje, entanto, seu amigo acordara mais tarde, nada usual em se tratando de quem desperta quem no velho sobrado perto do cemitério de Vila Mariana. Subir as escadas tornara-se um martírio para o conjunto coxo-femural do cão e, por razão disto, o humano montara a cama na sala bem confortável dispondo de uma forração especial para os dias de frio na cidade alfa do Brasil. A displasia canina o atingira.

Rex não subia os 15 degraus tinha um ano, mas mesmo assim, ficava no primeiro, logo às 6h/6h30 ganindo baixinho e arriscando uns latidos de baixo tom - tudo para acordá-lo. Bem, verdade que se ele não acordasse o amigo tutor, os latidos ficavam mais altos. 

Diferente de antes, quando parava na porta e ficava arranhando e bufando para chamar a atenção; e sim, nestes tempos, latia alto que podia acordar a vizinha do lado (no começo houve reclamações, mas depois, o velho Rex fez amizade e quase todo dia cochilava no quintal da senhora, bem tranquilo e de bucho cheio por grandes ossos que ela lhe dava).

E então aconteceu, logo que chegaram em casa depois do passeio: o velho Rex fechou os olhos, e nunca mais abriu, ao pé da escada que ainda mantinha as ranhuras de suas unhas: quando subia e descia feito raio nos bons tempos - certa vez levou um tombo de cinema. 

Ele, o amigo, o abraçou e fez uma pequena prece; em seguida levou seu amigo para o cemitério de animais. Lá, sem mascarar nenhum sentimento chorou igual a um menino quando perde seu cãozinho de estimação. Voltava melancolicamente para casa quando decidiu, para variar, passar na feira de adoções perto de sua casa. 

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domingo, 19 de julho de 2015

VIAGEM CCXLVII - DESTA VEZ?

Reprodução [endereço abaixo]

foi desta vez? estou achando que passou longe.../
não foi desta vez, quem sabe na próxima... e sim, bem longe/

e se eu não acreditar nisto?/
creia, é melhor!/

e se eu não quiser assim... eu quero desta vez...
e é esta matéria que passa por isto/
a matéria mataria por isto?/

por isto o quê? como?/
para que seja desta vez e não da próxima/

garante que será a vez em seguida?/
sem garantias, apenas possibilidades...
não me serve/

o que te serve então?/
o agora, porra! não quero logo mais, amanhã, ano que vem...
muito menos quero de uma próxima vez/

resigne-se, aja com resiliência, reforce-se, restabeleça-se.../
já disse e reitero: serve para nada esta possibilidade ínfima.../

atrás, em um tempo medido em tempo infinito, perguntaram a você.../
perguntaram? quem perguntaram? /

até mesmo sua "assinatura" consta que você concordaria em esperar./
assinatura? mentira, discordo, e o inferno /

por isto que disse que desta vez foi assim, mesmo que não goste
e da próxima, quem sabe, terá mais vez, mais.../
sorte? baseado neste conceito tão vago e difuso?/

terá mais argumentos para pedir suavemente e ser atendido/
bem... Para resumir, então, ainda não será desta vez?/

não será não... Não é e não foi desta vez!/
obrigado pela deferência em me explicar o que eu já sabia e
que discordo... Que vez, quando?/

não sei e quem sabe responder queda-se calado/
e tenho que viver assim, não é? não responda... apenas divagava comigo 
porque sei da resposta/

http://www.cgfeedback.com/cgfeedback/showthread.php?t=468&page=22

quinta-feira, 16 de julho de 2015

32] CENÁRIO SP - INTENSIDADE E IMENSIDÃO

Uma conversa que poderia ser no metrô, em algum clube noturno, na sala da universidade, nas raias para corredores no Ibira, em alguma fila de banco com a senha nas mãos, farmácia, no hospital do SUS das maravilhas de Alice do 'país Brasília'... 
Pode ser a conversa em tantos lugares da grande urbe alfa do Brasil, que as possibilidades são intensas e imensas, por lugares óbvios e inusitados...

Reprodução [endereço abaixo]

"Ansioso, ou melhor impaciente, ele espera para entrar e tentar resolver o problema que o enerva e murmura falando não se sabe com quem ao telefone.

--- Bom mesmo é onde você está. Sol, praia, mulher bonita de biquíni minúsculo. Não aqui, nesta cidade caótica, que faz frio e é cinza. 
Realiza o gesto típico de deslizar o dedo pela tela de seu iphone 6, comprado com o salário que ganha em uma grande empresa sediada... Onde? 
Claro, aqui na cidade de São Paulo.

--- Vivo só para trabalhar e não tenho tempo para nada. nem consigo descer o litoral para surfar naquelas praias... Que, aliás, nem se comparam com as daí, parece que compraram e poluíram. Fora o frio que faz. Nossa! Hoje está 12°C, agora, às 11 da manhã! Tem noção?

Ajeita o jaqueta comprada em uma loja da rua Oscar Freire, também aqui na Pauliceia e não se dá conta que sente-se aliviado por não passar frio com as pesadas roupas.
Reclamar, porém, ele sabe bem.

--- Eu estou bem agora, tirando este frio, claro. Semana passada eu tive uma gripe ferrada e, não bastando, tive uma tosse que bem foi complicado. Foda!
O convênio médico da empresa atendia no melhor hospital da América Latina de referência em doenças respiratórias; atendimento rápido e certeiro.

--- Fim de semana? Ah, queria estar na praia, mas aqui é impossível. Vi a agenda do sábado e tem algumas atrações. 
Imensas possibilidades culturais e esportivas gratuitas que pouco o farão mexer na polpuda conta bancária na qual é depositado seu salário. 

Imensidão combina com São Paulo.
Intensidade denota o que São Paulo é.

Problema resolvido após menos de 20 minutos de fila.
Intensamente, ele teve dias de gozo de cultura e de trocas de fluídos corporais de sexta à noite à manhã de segunda".

http://wallpapers.mi9.com/wallpaper/3d-city-wallpaper_1166/